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Como fica o Brasil

Os fatos estão aqui. A decisão é sua.

Com Lula, o desemprego caiu quase pela metade, a comida parou de disparar e o salário mínimo voltou a ganhar da inflação. Do outro lado está o filho de um ex-presidente condenado por tentativa de golpe: nunca governou nada e promete indulto ao pai. Aqui, cada número tem fonte.

Domingo25De outubro

O que mudou

O Brasil de hoje não é o de 2022

O mesmo indicador, medido pelo mesmo órgão, nos quatro anos de Bolsonaro e nos quatro de Lula.

Gente procurando emprego sem achar

12,3%Com Bolsonaro2019–2022
6,7%Com Lula2023–2025

É a parcela de pessoas procurando emprego sem achar. Número mais baixo é melhor.

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Quanto a comida subiu por ano

11,9%Com Bolsonaro2019–2022
3,0%Com Lula2023–2025

É quanto a comida subiu no ano. Número mais baixo é melhor; negativo quer dizer que os preços caíram.

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O que o salário mínimo compra

R$ 1.435Com Bolsonaro2022
R$ 1.633Com Lula2026*

É o salário mínimo já descontada a inflação, ou seja, o que ele realmente compra. Número mais alto é melhor.

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Crescimento da economia por ano

1,4%Com Bolsonaro2019–2022
3,0%Com Lula2023–2025

Número mais alto é melhor. Negativo quer dizer que a economia encolheu naquele ano.

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Assassinatos para cada 100 mil pessoas

23,2Com Bolsonaro2019–2022
20,6Com Lula2023–2025

São os assassinatos para cada 100 mil moradores. Número mais baixo é melhor.

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Posição do Brasil em liberdade de imprensa

110ºCom Bolsonaro2022
52ºCom Lula2026

É a colocação entre 180 países: 1º é onde a imprensa é mais livre. Número mais baixo é melhor.

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Lembra como era?

Quatro anos de Bolsonaro no poder

Flávio se apresenta como herdeiro do pai. Então vale lembrar o que o pai fez quando governou. Toque para ler.

2020–2022

Chamou a covid de “gripezinha” e disse que não compraria a CoronaVac

Em 20 de março de 2020, o então presidente disse que 'depois da facada, não vai ser uma gripezinha que vai me derrubar'; em 24 de março, em pronunciamento em rede nacional, afirmou que, se fosse contaminado, seria 'quando muito, acometido de uma gripezinha ou resfriadinho' e defendeu o fim das restrições de circulação adotadas pelos estados. Em outubro de 2020, um dia depois de o ministro Eduardo Pazuello anunciar a intenção de comprar 46 milhões de doses da CoronaVac, Bolsonaro escreveu que a vacina não seria comprada e que 'o povo brasileiro não será cobaia de ninguém'; no fim de 2020, ao falar do contrato da Pfizer, disse 'se você virar um jacaré, é problema seu'. O jornal Estado de Minas registrou que as falas contrariavam alertas de cientistas sobre isolamento e máscaras. Bolsonaro negou depois ter usado a palavra 'gripezinha' ('não existe um vídeo ou um áudio meu falando dessa forma') e disse que a frase do jacaré foi uma hipérbole distorcida pela imprensa; à CPI da Covid, Pazuello afirmou que a postagem foi uma manifestação política e que não recebeu ordem para cancelar a compra. O lado judicial (relatório da CPI e inquéritos) está em outro item do site.

Fontes · 4
2019–2023

Pôs sigilo de até 100 anos sobre o que o governo fazia

No governo Bolsonaro, pedidos feitos pela Lei de Acesso à Informação foram negados com imposição de sigilo de até 100 anos, entre eles o cartão de vacinação do presidente, o processo administrativo contra o ex-ministro Eduardo Pazuello, as visitas dos filhos do presidente ao Palácio do Planalto e os gastos com motociatas. A Presidência justificou o sigilo do cartão de vacinação dizendo que os dados 'dizem respeito à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem' do presidente. No dia da posse, em 1º de janeiro de 2023, Lula determinou a revisão desses sigilos; em fevereiro, a Controladoria-Geral da União anunciou que reavaliaria 234 negativas, que chamou de indevidas, e informou que 64,5 mil pedidos haviam sido negados em quatro anos sob o argumento de segurança.

Fontes · 2
2019–2022

R$ 65 bilhões em “orçamento secreto”

'Orçamento secreto' é o nome dado pelo jornal O Estado de S. Paulo às emendas de relator (RP9), criadas em 2019 e aplicadas a partir de 2020, que permitiam destinar verbas federais sem identificar o parlamentar que pediu o gasto. Segundo o Projeto Comprova, em texto publicado pela CNN Brasil, o mecanismo foi usado para negociar apoio no Congresso e somou R$ 65,1 bilhões destinados no governo Bolsonaro; o TCU apontou risco de uso eleitoral e falta de transparência. Bolsonaro disse em 2022 que vetou o mecanismo e que o Congresso derrubou o veto, e que não indicava 'um só centavo' dessas verbas; o Comprova classificou a afirmação como enganosa, porque ele vetou um trecho da lei orçamentária de 2020, mas depois enviou ao Congresso texto que criou a emenda. Em 19 de dezembro de 2022, o STF declarou o mecanismo inconstitucional por 6 votos a 5, por violar os princípios da publicidade e da impessoalidade; os cinco ministros vencidos defendiam manter as emendas com mais transparência.

Fontes · 3
2021

Atacou as urnas e admitiu que não tinha provas

Em 2021, Bolsonaro afirmou repetidas vezes que as urnas eletrônicas já haviam sido fraudadas e que teria vencido a eleição de 2018 no primeiro turno; segundo o Poder360, ele prometeu apresentar provas em uma transmissão ao vivo e, na ocasião, disse que não as tinha, passando a falar em 'indícios'. Em 10 de agosto de 2021, a Câmara rejeitou a PEC 135/2019, do voto impresso: foram 229 votos a favor e 218 contra, quando eram necessários 308. Deputados de oposição disseram que as urnas são auditáveis e compararam o discurso ao de Donald Trump; aliados do governo defenderam que o voto impresso daria mais transparência. No dia seguinte, Bolsonaro disse que o placar sinalizava 'uma eleição onde não vai se confiar no resultado das apurações', afirmou que parte dos deputados 'votou chantageada' e declarou: 'Não tenho provas para falar aqui'. A condenação no TSE pela reunião com embaixadores de 2022 está em outro item do site.

Fontes · 3
2019–2022

6.675 declarações falsas ou distorcidas em quatro anos

O Aos Fatos registrou 6.675 declarações falsas ou distorcidas de Jair Bolsonaro nos quatro anos de mandato, média de 4,6 por dia. Um texto posterior da mesma agência cita 6.685. A contagem inclui repetições e só existiu para Bolsonaro.

Fontes · 2
Condenação definitiva2022–2026

Terminou condenado a 27 anos por tentativa de golpe de Estado

Em 11 de setembro de 2025, a Primeira Turma do STF condenou o ex-presidente a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes, em ação que englobou os atos de 8 de janeiro de 2023. A acusação (PGR) sustentou que ele liderou uma organização para impedir a posse do presidente eleito em 2022; a defesa negou participação, alegou falta de provas e fala em perseguição política. A condenação transitou em julgado em 25 de novembro de 2025, dias depois de Alexandre de Moraes revogar a prisão domiciliar cautelar (22/11/2025), segundo a decisão, por tentativa de violar a tornozeleira eletrônica; ele ficou na Superintendência da PF e, a partir de 15/01/2026, na Papudinha. Em 24 de março de 2026 foi autorizada prisão domiciliar humanitária por 90 dias, mantida por tempo indeterminado em 3 de julho de 2026, com restrições a visitas e a manifestações político-eleitorais. A Lei da Dosimetria, promulgada em 8 de maio de 2026 após derrubada de veto e que poderia reduzir a pena, teve a aplicação suspensa por Moraes até o STF julgar as ações que contestam sua constitucionalidade.

Situação de Jair Bolsonaro
condenado em definitivo (trânsito em julgado em 25/11/2025); cumpre a pena em prisão domiciliar humanitária por tempo indeterminado; eventual redução pela Lei da Dosimetria suspensa, pendente de julgamento no STF
E Flávio?
Flávio Bolsonaro não é réu nem foi denunciado nessa ação. Publicamente, trata a condenação como perseguição e, segundo a cobertura da campanha, promete indulto ao pai se eleito; em julho de 2026, Moraes proibiu Flávio de visitar o pai por 90 dias depois de o senador divulgar nas redes uma carta do ex-presidente, o que o ministro considerou descumprimento das restrições impostas a Jair.
Fontes · 5

Do outro lado

E quem é Flávio Bolsonaro?

Tem 45 anos e está em cargo eletivo desde os 21. O que esse tempo todo deixou:

0anos governando
alguma coisa

Nunca foi prefeito, governador nem ministro. Não há um resultado de governo dele para avaliar.

0leis nascidas de
projeto de autoria dele

Em quase oito anos de Senado, nenhuma lei saiu de proposta em que ele é o primeiro autor.

Fontes · 1
24anos seguidos
de mandato

Deputado estadual no Rio de 2003 a 2019 e senador desde então. Virou candidato porque o pai está inelegível.

Denúncia/ação rejeitada2018–2025

Rachadinha: denunciado pelo Ministério Público, nunca foi julgado

Investigação aberta após relatório do Coaf apontar movimentação atípica de R$ 1,2 milhão na conta de Fabrício Queiroz, então assessor de Flávio na Alerj. O MP-RJ apurou suposto recolhimento de parte dos salários de servidores do gabinete entre 2007 e 2018 e denunciou o senador em 2020. As provas foram anuladas pelo STJ e pelo STF por questões processuais e a denúncia foi rejeitada sem exame de mérito.

O que diz a acusação
O MP-RJ sustentou que Flávio liderava organização criminosa que desviou cerca de R$ 6 milhões da Alerj por meio de assessores que devolviam parte dos salários a Queiroz, e que os valores foram ocultados em transações imobiliárias em espécie e em uma loja de chocolates. Imputou peculato, lavagem de dinheiro, apropriação indébita e organização criminosa a ele e a outras 16 pessoas.
O que diz a defesa
Flávio nega os crimes. A defesa afirmou que a denúncia era 'desprovida de qualquer indício de prova', com vícios processuais e erros matemáticos; sustentou que a investigação deveria ter tramitado no Órgão Especial do TJ-RJ, e não na primeira instância, e que os relatórios do Coaf foram obtidos de forma irregular. O senador atribuiu o caso a perseguição de 'alguns poucos membros' do MP-RJ. Após 2022, a defesa passou a afirmar que o caso está encerrado.
Situação hoje
Foi denunciado em 2020; a denúncia foi rejeitada em 2022 por falta de justa causa após a anulação das provas. Não é réu nem foi julgado no mérito — não houve absolvição nem condenação. Não há nova denúncia nem investigação reaberta confirmada até outubro de 2026.
Fontes · 11
2003–2020

Homenageou Adriano da Nóbrega e empregou a mãe e a ex-mulher dele no gabinete

Como deputado estadual, Flávio concedeu em 2005 a Medalha Tiradentes ao então policial Adriano da Nóbrega, que depois foi apontado pelo Ministério Público como chefe de milícia e morreu em fevereiro de 2020. A mãe e a ex-mulher de Adriano trabalharam no gabinete de Flávio na Alerj, e o MP-RJ investigou se parte dos salários delas alimentava a 'rachadinha'. Envolvimento pessoal apurado: as homenagens e as nomeações são fatos reconhecidos; Flávio diz ter homenageado 'centenas de policiais' e nega relação com milícias. Jair Bolsonaro disse ter pedido ao filho que concedesse a medalha. Não há condenação de Flávio por esses fatos.

Fontes · 2
2012–2019

Imóveis e depósitos em dinheiro vivo

Reportagem da Folha de S.Paulo, reproduzida pelo Poder360 em janeiro de 2019, apontou a aquisição de dois apartamentos por R$ 4,2 milhões entre 2014 e 2017 e 48 depósitos em espécie de R$ 2 mil (R$ 96 mil) em sua conta na agência da Alerj em 2017, identificados pelo Coaf. O MP-RJ também apontou pagamentos em espécie na compra de dois imóveis em Copacabana em 2012. Em 2026, petição ao MP-RJ citou registros de acesso a um cofre bancário na véspera dessa compra. Envolvimento pessoal: as transações são dele e de sua esposa; Flávio afirma que os depósitos decorreram de parte recebida em espécie na venda de um imóvel e nega irregularidades. Transações em espécie não são crime por si só, e a acusação de lavagem não chegou a ser julgada.

Fontes · 3
2025–2026

Pediu dinheiro ao dono do Banco Master para o filme sobre o pai

Mensagens e áudios divulgados em maio de 2026 mostraram Flávio pedindo ao então controlador do Banco Master recursos para a cinebiografia do pai. Reportagens posteriores relataram viagem em janeiro de 2025 em jato do qual Vorcaro era cotista. Envolvimento pessoal: Flávio admite ter pedido o patrocínio e nega contrapartida; é formalmente investigado no STF desde julho de 2026, sem indiciamento ou denúncia conhecidos.

Fontes · 3
2025–2026

Agradeceu a Trump horas depois da tarifa de 50% contra o Brasil

Em 9/7/2025, cerca de seis horas depois de Donald Trump anunciar tarifa de 50% sobre produtos brasileiros citando o tratamento dado a Jair Bolsonaro, Flávio publicou no X, em inglês, um agradecimento a Trump e o pedido de aplicação da Lei Magnitsky, ao compartilhar postagem do irmão Eduardo. Envolvimento pessoal: a publicação é dele. Em 28/8/2026, no Jornal Nacional, disse que Eduardo "errou de agradecer com relação às tarifas"; em 2026 pediu por escrito aos EUA a suspensão das tarifas e passou a afirmar que a tarifa "é do Lula".

Fontes · 4
2026

Disse que o fim da escala 6x1 “vai gerar desemprego em massa”

A Câmara aprovou em 27/5/2026, por 461 a 19 e com orientação favorável do líder do PL, a PEC que reduz a jornada para 40 horas com duas folgas semanais. Flávio classificou a discussão como "legítima, porém inoportuna e eleitoreira", disse que o texto "vai gerar desemprego em massa" e, no dia seguinte, assinou como coautor a PEC 12/2026, de Rogério Marinho, que cria regime por horas trabalhadas, com 13º, férias e FGTS proporcionais e prevalência do contrato individual sobre o acordo coletivo. Envolvimento pessoal: a nota e a assinatura são dele; em 2/9/2026 estava ausente quando a CCJ do Senado aprovou a PEC da 6x1 e, segundo a Agência Brasil, evitou dizer como votaria; a Agência O Globo relatou que ele e aliados são contra votar o tema antes do 2º turno. Flávio afirma defender "a liberdade do trabalhador" de escolher a própria jornada, com direitos preservados. O plano de governo dele não menciona a escala 6x1.

Fontes · 7
2023–2026

Chamou a Lei Maria da Penha de “pedaço de papel” e votou contra a igualdade salarial

Em 18/7/2026, em evento do PL em Vitória, ao defender que agressores fiquem mais tempo presos, Flávio disse: "Esse pedaço de papel que é a Lei Maria da Penha não é o que vai defender as mulheres". Em 31/5/2023, na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, anunciou voto contrário ao projeto de igualdade salarial entre mulheres e homens, alegando que a proposta não seria efetiva e aumentaria a judicialização, e declarou ser favorável à igualdade salarial. Levantamento da Agência Pública contou três propostas sobre segurança das mulheres entre as apresentadas por ele de 2003 a 2026; o gabinete respondeu que a proteção às vítimas de violência é uma das principais bandeiras do senador.

Fontes · 3
2026

Quer usar a maioria no Congresso para “mudar a Constituição”

Em 6/10/2026, em Goiânia, dois dias após o 1º turno, Flávio disse que o país lhe deu "um Congresso muito mais à direita", com maioria nas duas Casas "para a gente mudar a Constituição, para a gente redemocratizar esse país, para as instituições voltarem a respeitar a Constituição". No dia seguinte, depois das críticas, disse que se referia a mudanças que dependem de emenda constitucional: reforma do Judiciário, redução da maioridade penal e fim da reeleição; não detalhou quais dispositivos sobre o Judiciário pretende alterar. Emendas constitucionais exigem 308 deputados e 49 senadores em dois turnos; o PL elegeu 121 deputados e terá 28 senadores a partir de 2027.

Fontes · 5
2023–2026

Promete indulto ao pai, condenado por tentativa de golpe

Flávio foi um dos principais articuladores, no Senado, da anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023 e apoiou o PL da Dosimetria, cujo veto foi derrubado pelo Congresso em 30/04/2026. Na campanha, prometeu conceder indulto a Jair Bolsonaro caso seja eleito. Envolvimento pessoal: trata-se de atuação política e legislativa declarada; não é investigado pelos atos de 8 de janeiro nas fontes localizadas.

Fontes · 2

Ver todos os casos da família →

O que vem agora

Lula já fez. E diz o que vai fazer.

De um lado, o que virou lei ou programa neste mandato. Do outro, o que está escrito no plano registrado no TSE: 243 propostas em 84 páginas.

Já está valendo

Para os próximos quatro anos

Ver tudo o que Lula propõe, tema por tema →

Para você

O que muda na sua vida

Escolha o que você faz e veja o que o plano de Lula promete para a sua rotina e o que o plano de Flávio deixa de fora.

Quem trabalha para alguém ou por conta

Quem tem negócio

Cultura, eventos e internet

Quem você é e o momento da vida

Agora é com você

Dá para virar. A conta é esta.

Flávio saiu na frente no 1º turno. A distância cabe, com folga, em quem não foi votar e em quem votou em outro candidato.

2,2 milhõesde votos separam
Lula de Flávio

45,16% a 47,03% dos votos válidos no 1º turno.

33,5 milhõesde eleitores
não foram votar

Quinze vezes a diferença. Levar uma pessoa até a seção já muda a conta.

9,3 milhõesvotaram em
outros candidatos

Esses votos estão em disputa agora. Quatro vezes a diferença.

Onde falta voto e como ajudar →

Resultado oficial do 1º turno, TSE. Dados do site atualizados em 14 de outubro de 2026.

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