Quanto a economia cresceu por ano?
Crescimento do PIB · % ao ano
Número mais alto é melhor. Negativo quer dizer que a economia encolheu naquele ano.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Governo contra governo
Abaixo, 80 cartões, um para cada número em que o governo Lula foi melhor que o de Bolsonaro: toque no botão do canto para gerar a imagem pronta para o WhatsApp e o Instagram, ou abra o gráfico ano a ano. Dados apurados até 14 de outubro de 2026.
Mais emprego, mais renda, preços subindo menos.
Crescimento do PIB · % ao ano
Número mais alto é melhor. Negativo quer dizer que a economia encolheu naquele ano.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Taxa de desocupação (média anual) · % da força de trabalho
É a parcela de pessoas procurando emprego sem achar. Número mais baixo é melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 3Inflação (IPCA) · % ao ano
É quanto os preços subiram no ano. Número mais baixo é melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 1Dólar (PTAX, fim do ano) · R$
É a cotação no fim de cada governo (2026: dia 13 de outubro). Dólar mais baixo barateia importados, combustível e viagem.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 1Salário mínimo (valor nominal) · R$
É o valor em reais, sem descontar a inflação. Descontada a inflação, o mínimo também subiu.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 1Salário mínimo real (média anual) · R$ de ago/2026
É o salário mínimo já descontada a inflação, ou seja, o que ele realmente compra. Número mais alto é melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 1Resultado primário do governo central · % do PIB
Número negativo quer dizer que o governo gastou mais do que arrecadou. Quanto mais perto de zero — ou positivo —, melhor: −1 é melhor que −3.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 1Rendimento médio real do trabalho · R$ (preços recentes)
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 1Preço da gasolina na bomba, descontada a inflação · R$ de ago/2026 por litro
É o preço da gasolina como se todos os anos tivessem os preços de hoje. Número mais baixo é melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Desalento · % da força de trabalho mais os desalentados
Quanto menor o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 1Dinheiro do trabalho no bolso dos brasileiros · R$ bilhões por mês (a preços de 2026)
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 1Crescimento do PIB · % ao ano
Número mais alto é melhor. Negativo quer dizer que a economia encolheu naquele ano.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Mostra quanto a produção total de bens e serviços do país aumentou ou diminuiu em um ano, já descontada a inflação.
Série anual do Banco Central com base nas Contas Nacionais do IBGE, na versão mais recente (o IBGE revisa os anos anteriores; 2024 e 2025 ainda podem mudar). 2020 foi o primeiro ano da pandemia. Não há dado anual fechado de 2026.
Taxa de desocupação (média anual) · % da força de trabalho
É a parcela de pessoas procurando emprego sem achar. Número mais baixo é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Percentual das pessoas que procuraram trabalho e não encontraram, na média do ano.
PNAD Contínua/IBGE, médias anuais. 2018–2024 conforme a retrospectiva do IBGE de 14/02/2025 (série reponderada); 2025 (5,6%) conforme divulgação do IBGE do início de 2026 noticiada pela imprensa. Reportagem de 2026 cita 13,7% para 2020, o que indica pequena revisão posterior. Sem média anual de 2026: no trimestre encerrado em agosto de 2026 a taxa foi de 5,3% (série mensal 24369 do Banco Central), dado não comparável à média anual.
Inflação (IPCA) · % ao ano
É quanto os preços subiram no ano. Número mais baixo é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Mede o aumento médio dos preços ao consumidor de janeiro a dezembro.
Acumulado de janeiro a dezembro, calculado a partir das variações mensais do IPCA/IBGE na série 433 do Banco Central. 2026 não está na série porque o ano não fechou: o acumulado de janeiro a agosto de 2026 é de 3,11% e o acumulado em 12 meses até agosto de 2026 é de 4,22%.
Dólar (PTAX, fim do ano) · R$
É a cotação no fim de cada governo (2026: dia 13 de outubro). Dólar mais baixo barateia importados, combustível e viagem.
O número grande é o último dado disponível de cada governo. O ano com * ainda não fechou.
Cotação oficial de venda do dólar em reais no último dia útil de cada ano.
PTAX de venda (série 1 do Banco Central) no último dia útil do ano. O ponto de 2026 é parcial: cotação de 13 de outubro de 2026. Valores nominais, sem correção pela inflação.
Salário mínimo (valor nominal) · R$
É o valor em reais, sem descontar a inflação. Descontada a inflação, o mínimo também subiu.
O número grande é o último dado disponível de cada governo.
Valor em reais do salário mínimo nacional em dezembro de cada ano, sem descontar a inflação.
Valor vigente em dezembro (2026: valor registrado de janeiro a outubro, R$ 1.621). Dentro de 2020 e de 2023 houve reajuste adicional ao longo do ano; a série mostra o valor de dezembro. Valor nominal: para poder de compra, ver o indicador de salário mínimo real.
Salário mínimo real (média anual) · R$ de ago/2026
É o salário mínimo já descontada a inflação, ou seja, o que ele realmente compra. Número mais alto é melhor.
O número grande é o último dado disponível de cada governo. O ano com * ainda não fechou.
Valor médio do salário mínimo no ano, corrigido pela inflação para reais de agosto de 2026.
Média dos 12 valores mensais da série "Salário mínimo real" do Ipeadata (a preços do último mês disponível, agosto de 2026). A média anual foi calculada por nós a partir dos dados mensais do Ipea. O ponto de 2026 é parcial (janeiro a agosto). Os valores mudam a cada atualização porque a base de preços é móvel.
Resultado primário do governo central · % do PIB
Número negativo quer dizer que o governo gastou mais do que arrecadou. Quanto mais perto de zero — ou positivo —, melhor: −1 é melhor que −3.
O número grande é a média dos anos de cada governo. O ano com * ainda não fechou.
Diferença entre receitas e despesas do governo federal antes do pagamento de juros da dívida; número negativo significa déficit.
Banco Central, critério "abaixo da linha", acumulado em 12 meses até dezembro (série 5783, Governo Federal e Banco Central). A série original é a necessidade de financiamento (positivo = déficit); aqui o sinal foi invertido para que negativo signifique déficit. Difere ligeiramente do resultado divulgado pelo Tesouro Nacional e não aplica as exclusões usadas na meta fiscal. 2020 inclui gastos emergenciais da pandemia. Ponto de 2026 é parcial (12 meses até agosto de 2026). Ressalva: o nome da série 5783 não pôde ser conferido na página de metadados do BC; os valores coincidem com os divulgados para o governo central.
Rendimento médio real do trabalho · R$ (preços recentes)
Número mais alto é melhor.
O número grande é o último dado disponível de cada governo.
Quanto ganha por mês, em média, uma pessoa ocupada, já descontada a inflação.
Rendimento médio real habitual de todos os trabalhos (PNAD Contínua/IBGE, série 24382 do Banco Central), trimestre outubro–dezembro de cada ano, a preços do último mês disponível. O valor de 2020 é afetado pela pandemia: a ocupação caiu mais entre trabalhadores de menor renda, o que eleva a média. Último dado disponível: trimestre encerrado em agosto de 2026, R$ 3.660 (não comparável diretamente ao 4º trimestre).
Preço da gasolina na bomba, descontada a inflação · R$ de ago/2026 por litro
É o preço da gasolina como se todos os anos tivessem os preços de hoje. Número mais baixo é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo. O ano com * ainda não fechou.
Preço médio mensal de revenda da gasolina comum (ANP) corrigido pelo IPCA acumulado até agosto de 2026 (série 433 do Banco Central) e depois tirada a média do ano.
Cálculo próprio a partir de duas fontes oficiais (ANP e IPCA/BCB); o mesmo método reproduz o valor de R$ 8,67 para maio de 2022, pico da série. A política de paridade de importação (PPI) da Petrobras vigorou de outubro de 2016 (governo Temer) a maio de 2023; atravessou todo o governo Bolsonaro e os primeiros meses de Lula 3. O pico mensal da série foi maio de 2022 (R$ 7,28 nominais). Parte da queda no 2º semestre de 2022 veio do corte de tributos da LC 194 (cerca de R$ 0,69 por litro); o PIS/Cofins voltou a ser cobrado em março de 2023; em 2026 houve subvenção federal de R$ 0,44/l (desde 29/5) e corte temporário de R$ 0,63/l de PIS/Cofins (10/9 a 5/10). O preço também depende do petróleo, do câmbio, do ICMS e da mistura de etanol. A ANP não pesquisou setembro de 2020.
Desalento · % da força de trabalho mais os desalentados
Número mais baixo é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Percentual de desalentados entre as pessoas de 14 anos ou mais na força de trabalho ou desalentadas (PNAD Contínua, IBGE). Desalentado é quem queria e podia trabalhar, mas não procurou emprego por achar que não encontraria.
O IBGE publica o dado por trimestre; a média anual foi calculada por nós como a média simples dos quatro trimestres de cada ano (tabela 6807). O pico de 2020 e 2021 reflete a pandemia, e parte da queda recente acompanha a queda geral do desemprego. Nos dois primeiros trimestres de 2026: 2,4% e 2,1%.
Dinheiro do trabalho no bolso dos brasileiros · R$ bilhões por mês (a preços de 2026)
Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Soma do que todas as pessoas ocupadas recebem habitualmente de todos os trabalhos, descontada a inflação (PNAD Contínua, IBGE, tabela 6392). Cada ano é a média dos quatro trimestres.
Valores a preços de jun-jul-ago de 2026; o IBGE recalcula a série inteira a cada divulgação. A soma cresce tanto pelo número de pessoas trabalhando quanto pelo salário médio; 2020 e 2021 refletem a pandemia. Não inclui benefícios sociais nem aposentadorias.
O campo produziu mais, exportou mais e a comida ficou mais barata.
Safra de grãos · milhões de toneladas
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Área plantada de grãos · milhões de hectares
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 1Produção de soja · milhões de toneladas
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 1Produção de milho · milhões de toneladas
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 1Produção de café · milhões de sacas de 60 kg
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 1Produção de carne bovina · milhões de toneladas (peso de carcaça)
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 1Carne bovina disponível por habitante · kg por habitante por ano (equivalente-carcaça)
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Preço das carnes descontada a inflação · % no ano, acima (+) ou abaixo (−) da inflação
Abaixo de zero quer dizer que a carne ficou mais barata em relação aos outros preços; acima de zero, mais cara. Número mais baixo é melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 3Crescimento do PIB da agropecuária · % ao ano
Número mais alto é melhor. Negativo quer dizer que a produção do campo encolheu naquele ano.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Valor Bruto da Produção agropecuária · R$ bilhões (a preços de agosto de 2026)
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Exportações do agronegócio · US$ bilhões
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Participação do agro nas exportações · % das exportações totais
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 1Inflação dos alimentos em casa · % ao ano
É quanto a comida subiu no ano. Número mais baixo é melhor; negativo quer dizer que os preços caíram.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Crédito rural contratado · R$ bilhões (valores correntes)
Valores em reais de cada ano, sem descontar a inflação. Mais crédito no campo é melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Entregas de fertilizantes · milhões de toneladas
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 4Plano Safra – crédito anunciado · R$ bilhões (valores correntes)
Valores em reais de cada ano, sem descontar a inflação. Mais crédito oferecido ao campo é melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 14Pronaf – crédito anunciado · R$ bilhões (valores correntes)
Valores em reais de cada ano, sem descontar a inflação. Mais crédito para a agricultura familiar é melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 8Pronaf – crédito contratado · R$ bilhões (valores correntes)
Valores em reais de cada ano, sem descontar a inflação. Mais crédito para a agricultura familiar é melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 1Programa de Aquisição de Alimentos – valor pago · R$ milhões (valores correntes)
É o que o governo pagou a agricultores familiares pela comida que vai para quem precisa. Valores em reais de cada ano.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Resgatados de trabalho análogo à escravidão · pessoas
Mais resgates quer dizer mais fiscalização chegando a quem estava nessa situação.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 4Terras indígenas homologadas
É a média de terras homologadas por ano em cada governo. Entre 2019 e 2022 não houve nenhuma.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 4Famílias incluídas na reforma agrária (todas as formas)
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 3Mercados abertos para produtos do agro · aberturas de mercado
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 4Safra de grãos · milhões de toneladas
Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo. O ano com * ainda não fechou.
Soma de tudo o que o país colheu de soja, milho, arroz, feijão, trigo, algodão em caroço e outros grãos em cada safra.
Dados por ano-safra da Conab (plantio no segundo semestre de um ano e colheita no seguinte). Cada safra aparece no ano em que termina: a safra 2018/19 está rotulada como 2019, e assim por diante; por isso a safra rotulada como 2019 foi plantada em 2018, e a de 2023, em 2022. Série histórica na versão de setembro de 2026 (a Conab revisa safras anteriores). A safra 2025/26 ainda é estimativa (12º levantamento). O resultado de cada safra depende muito do clima. Valores arredondados de mil toneladas para milhões.
Área plantada de grãos · milhões de hectares
Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo. O ano com * ainda não fechou.
Área total semeada com grãos em cada safra; a mesma terra pode contar duas vezes quando recebe duas lavouras no ano (por exemplo, soja e depois milho).
Dados por ano-safra da Conab (plantio no segundo semestre de um ano e colheita no seguinte). Cada safra aparece no ano em que termina: a safra 2018/19 está rotulada como 2019, e assim por diante; por isso a safra rotulada como 2019 foi plantada em 2018, e a de 2023, em 2022. Série histórica na versão de setembro de 2026 (a Conab revisa safras anteriores). A safra 2025/26 ainda é estimativa (12º levantamento). Não há consenso sobre se área maior é melhor ou pior: indica expansão da produção, mas também maior ocupação de terra.
Produção de soja · milhões de toneladas
Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo. O ano com * ainda não fechou.
Total de soja em grão colhido em cada safra; é o principal produto agrícola e de exportação do país.
Dados por ano-safra da Conab (plantio no segundo semestre de um ano e colheita no seguinte). Cada safra aparece no ano em que termina: a safra 2018/19 está rotulada como 2019, e assim por diante; por isso a safra rotulada como 2019 foi plantada em 2018, e a de 2023, em 2022. Série histórica na versão de setembro de 2026 (a Conab revisa safras anteriores). A safra 2025/26 ainda é estimativa (12º levantamento).
Produção de milho · milhões de toneladas
Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo. O ano com * ainda não fechou.
Total de milho colhido somando as três safras do ciclo (verão, segunda safra ou "safrinha" e terceira safra).
Dados por ano-safra da Conab (plantio no segundo semestre de um ano e colheita no seguinte). Cada safra aparece no ano em que termina: a safra 2018/19 está rotulada como 2019, e assim por diante; por isso a safra rotulada como 2019 foi plantada em 2018, e a de 2023, em 2022. Série histórica na versão de setembro de 2026 (a Conab revisa safras anteriores). A safra 2025/26 ainda é estimativa (12º levantamento). A maior parte do milho é colhida na segunda safra, no meio do ano em que o ciclo termina.
Produção de café · milhões de sacas de 60 kg
Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo. O ano com * ainda não fechou.
Total de café beneficiado (arábica e conilon) colhido em cada ano, em sacas de 60 kg.
Série histórica da Conab por safra (ano civil da colheita), na versão de setembro de 2026; o valor de 2026 é estimativa. O café arábica alterna naturalmente anos de safra alta e baixa (bienalidade), o que explica boa parte do sobe e desce; geadas e secas também pesam (como em 2021). Valores arredondados de mil sacas para milhões.
Produção de carne bovina · milhões de toneladas (peso de carcaça)
Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo. O ano com * ainda não fechou.
Peso total das carcaças de bovinos abatidos em frigoríficos com inspeção sanitária (federal, estadual ou municipal).
Total anual calculado por nós somando os quatro trimestres da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais do IBGE (tabela 1092); o valor de 2026 cobre só o primeiro semestre e não é comparável aos anos cheios. Os trimestres mais recentes são preliminares e podem ser revisados. Não inclui abate sem inspeção. A pecuária tem ciclos de vários anos: quando o preço do bezerro cai, mais vacas vão para o abate e a produção sobe; depois o movimento se inverte.
Carne bovina disponível por habitante · kg por habitante por ano (equivalente-carcaça)
Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo. O ano com * ainda não fechou.
Quantidade de carne bovina que ficou no mercado brasileiro em cada ano (produção mais importação, menos exportação), dividida pela população. É a medida mais usada para estimar o consumo por pessoa.
Todos os valores vêm de uma única fonte e edição: o Quadro de Suprimento de Carnes da Conab de abril de 2026 (linha "Disponibilidade per capita" de bovinos). Não é o que cada pessoa comeu de fato: é a carne que sobrou no país (produção + importação − exportação) dividida pela população, medida em peso de carcaça, que inclui osso e partes que não chegam ao prato; também não desconta perdas nem variação de estoques. O número sobe e desce com a renda das famílias, o preço do boi, o ciclo da pecuária (abate de fêmeas), o volume exportado e o câmbio. A Conab revisou a série: na edição de fevereiro de 2023 os mesmos anos apareciam mais baixos (2018: 33,9; 2019: 30,6; 2020: 27,7; 2021: 27,8; 2022: 25,9 kg), então números citados na imprensa naquela época não batem com os atuais. A Conab usa uma série própria de população (206,2 milhões em 2025), menor que a estimativa atual do IBGE, o que deixa o valor por habitante um pouco mais alto. O valor de 2026 é projeção de abril de 2026, não resultado; em setembro de 2026 a Conab divulgou novas projeções de produção e exportação para 2026, mas a planilha atualizada com o valor por habitante não estava na página consultada.
Preço das carnes descontada a inflação · % no ano, acima (+) ou abaixo (−) da inflação
Abaixo de zero quer dizer que a carne ficou mais barata em relação aos outros preços; acima de zero, mais cara. Número mais baixo é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Compara a alta do preço das carnes com a alta geral dos preços no mesmo ano. Abaixo de zero, a carne ficou mais barata em relação ao resto; acima de zero, ficou mais cara.
Cálculo próprio a partir de dois números do IBGE: a variação do item “Carnes” e o IPCA geral de cada ano. Sem descontar a inflação, a carne subiu em quase todos os anos: 2018: 2,25%; 2019: 32,4%; 2020: 17,97%; 2021: 8,45%; 2022: 1,84%; 2023: -9,37%; 2024: 20,84%; 2025: 1,22%. O item inclui carne de porco e de carneiro, além da bovina. O preço depende do valor do boi, das exportações, do câmbio e da renda, não só do governo. O ano de 2026 ficou de fora porque ainda não fechou.
Crescimento do PIB da agropecuária · % ao ano
Número mais alto é melhor. Negativo quer dizer que a produção do campo encolheu naquele ano.
O número grande é a média dos anos de cada governo. O ano com * ainda não fechou.
Mostra quanto a produção da agricultura e da pecuária aumentou ou diminuiu em um ano, já descontada a inflação.
Série anual do Banco Central (SGS 7327) com base nas Contas Nacionais Trimestrais do IBGE, na versão mais recente (o IBGE revisa os anos anteriores; 2024 e 2025 ainda podem mudar). O ponto de 2026 vem da tabela 5932 do IBGE e é a taxa acumulada em quatro trimestres até junho, com uma casa decimal; não é o resultado do ano. Mede só a atividade "dentro da porteira" (lavouras, pecuária, florestas e pesca), não a indústria e os serviços ligados ao agro. Oscila muito com o clima e o tamanho da safra.
Valor Bruto da Produção agropecuária · R$ bilhões (a preços de agosto de 2026)
Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo. O ano com * ainda não fechou.
Soma do valor das principais lavouras e produtos da pecuária, multiplicando a quantidade produzida pelo preço recebido pelos produtores.
Todos os anos vêm da mesma planilha do MAPA (edição de agosto de 2026), em valores corrigidos pela inflação (IGP-DI de agosto de 2026); por isso os números diferem dos divulgados em anos anteriores, que estavam em reais de outra data. O valor de 2026 é preliminar. O VBP depende tanto da quantidade produzida quanto dos preços, que seguem o mercado internacional e o câmbio. Cobre 17 lavouras e 5 produtos da pecuária, não toda a produção rural.
Exportações do agronegócio · US$ bilhões
Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Valor, em dólares, de tudo o que o agronegócio brasileiro vendeu a outros países no ano (soja, carnes, açúcar, café, celulose etc.).
Série histórica do MAPA (Agrostat, a partir de dados da Secex), extraída em janeiro de 2026 e sujeita a alteração; todos os anos vêm da mesma planilha. Valores em dólares correntes, sem correção pela inflação: dependem dos volumes embarcados e também dos preços internacionais, que subiram muito em 2021 e 2022. Sem dado anual fechado de 2026.
Participação do agro nas exportações · % das exportações totais
Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
De cada 100 dólares que o Brasil recebeu com exportações no ano, quantos vieram de produtos do agronegócio.
Mesma planilha do MAPA (Agrostat), extraída em janeiro de 2026. A participação sobe tanto quando o agro vende mais quanto quando os outros setores (petróleo, minério, indústria) vendem menos, como em 2020; por isso não há um sentido "melhor". Sem dado anual fechado de 2026.
Inflação dos alimentos em casa · % ao ano
É quanto a comida subiu no ano. Número mais baixo é melhor; negativo quer dizer que os preços caíram.
O número grande é a média dos anos de cada governo. O ano com * ainda não fechou.
Variação média, no ano, dos preços dos alimentos comprados para consumo em casa (IPCA – alimentação no domicílio).
Variação acumulada de janeiro a dezembro do subgrupo "alimentação no domicílio" do IPCA (IBGE). Os anos de 2018 e 2019 vêm da tabela 1419 e os de 2020 em diante da tabela 7060, que usa a estrutura de pesos atualizada em janeiro de 2020; o método de cálculo é o mesmo. O valor de 2026 vai só até agosto (em 12 meses até agosto: 2,80%). O preço da comida reflete safra, clima, dólar e cotações internacionais, além da política econômica.
Crédito rural contratado · R$ bilhões (valores correntes)
Valores em reais de cada ano, sem descontar a inflação. Mais crédito no campo é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo. O ano com * ainda não fechou.
Soma de todos os financiamentos rurais (custeio, investimento, comercialização e industrialização) efetivamente contratados no ano em bancos e cooperativas.
Total por ano civil calculado por nós somando os contratos registrados no SICOR/Banco Central (Matriz de Dados do Crédito Rural, consulta por fonte de recursos, uma chamada por ano de emissão), consultado em 7/10/2026. Difere dos balanços do Plano Safra, que usam o ano-safra (julho a junho). Valores nominais, sem descontar a inflação — parte da alta reflete custos de produção maiores. Não inclui financiamento por títulos privados (como CPR) fora do sistema. Não há sentido "melhor" evidente: mais crédito indica mais recursos disponíveis, mas também mais endividamento. 2026 vai só até setembro e ainda pode receber registros.
Entregas de fertilizantes · milhões de toneladas
Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo. O ano com * ainda não fechou.
Volume de fertilizantes entregue pelas empresas aos produtores brasileiros em cada ano.
Entregas ao mercado segundo os quadros "Principais Indicadores" da ANDA (associação do setor); cada quadro traz quatro anos e usamos o mais recente disponível para cada ano. A maior parte do adubo é importada: as importações informadas pela ANDA foram de 27,5 milhões de toneladas em 2018, 34,6 milhões em 2022 e 43,3 milhões em 2025. Em 2022, após o início da guerra na Ucrânia, preços altos reduziram as compras. O valor de 2026 vai só até julho (no mesmo período de 2025 foram 25,2 milhões). Mais adubo indica mais investimento na lavoura, mas também mais dependência externa; por isso o sentido é neutro.
Plano Safra – crédito anunciado · R$ bilhões (valores correntes)
Valores em reais de cada ano, sem descontar a inflação. Mais crédito oferecido ao campo é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Volume de crédito rural anunciado no lançamento do Plano Safra, somando o destinado a médios e grandes produtores e o da agricultura familiar (Pronaf).
Valores por ano-safra (julho de um ano a junho do seguinte), rotulados pelo ano em que o plano foi lançado: 2019 = Plano Safra 2019/20, e assim por diante. Os planos lançados em meados de 2018 e de 2022 foram anunciados por um governo e executados, na maior parte, pelo seguinte. A série combina anúncios com formatos diferentes e tem somas feitas por nós. De 2019/20 a 2022/23 o plano foi único: usamos o total de crédito anunciado, que já incluía o Pronaf (em 2019/20, R$ 222,74 bi de crédito dentro do total de R$ 225,59 bi). Em 2018/19 e de 2023/24 em diante houve dois anúncios separados, e somamos o crédito do plano empresarial com o do Pronaf (2018/19: 191,1 + 31; 2023/24: 364,22 + 71,6; 2024/25: 400,59 + 76; 2025/26: 516,2 + 78,2; 2026/27: 525,1 + 85,2). Há quebra de série em 2025/26: o MAPA informou que os R$ 516,2 bi eram R$ 8 bi a mais que na safra anterior, o que indica mudança no que passou a ser contado; a comparação direta com 2024/25 não é válida. Valores nominais, sem descontar a inflação. É o valor anunciado, não o efetivamente emprestado (ver crédito rural contratado), e a maior parte do dinheiro vem de bancos e cooperativas, não do orçamento federal. Por isso o sentido é neutro.
Pronaf – crédito anunciado · R$ bilhões (valores correntes)
Valores em reais de cada ano, sem descontar a inflação. Mais crédito para a agricultura familiar é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Volume de crédito do Pronaf, a linha de financiamento para agricultores familiares, anunciado a cada Plano Safra.
Valores por ano-safra (julho de um ano a junho do seguinte), rotulados pelo ano em que o plano foi lançado: 2019 = Plano Safra 2019/20, e assim por diante. Os planos lançados em meados de 2018 e de 2022 foram anunciados por um governo e executados, na maior parte, pelo seguinte. Considera só o crédito Pronaf. Desde 2023/24 o governo anuncia um Plano Safra da Agricultura Familiar à parte, cujo total divulgado é maior porque inclui outras ações além do crédito (R$ 77,7 bi em 2023/24, R$ 85,7 bi em 2024/25, R$ 89 bi em 2025/26 e R$ 97,3 bi em 2026/27). O valor de 2018/19 é o total anunciado para a agricultura familiar naquele ano. Os números de 2018/19, 2019/20, 2020/21, 2024/25, 2025/26 e 2026/27 foram vistos em reportagens que citam o anúncio oficial. Valores nominais, sem descontar a inflação; é o montante anunciado, não o contratado.
Pronaf – crédito contratado · R$ bilhões (valores correntes)
Valores em reais de cada ano, sem descontar a inflação. Mais crédito para a agricultura familiar é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Soma dos financiamentos do Pronaf efetivamente contratados por agricultores familiares em cada ano-safra.
Valores por ano-safra (julho a junho), rotulados pelo ano de início: 2018 = safra 2018/19 (julho de 2018 a junho de 2019), e assim por diante; cada ano-safra começa em um ano civil e termina no seguinte. Totais calculados somando os contratos do Pronaf registrados no SICOR/Banco Central (consulta por programa), extraídos em 7/10/2026 e sujeitos a revisão. Valores nominais, sem descontar a inflação. Mais crédito significa mais recursos e também mais endividamento; por isso o sentido é neutro.
Programa de Aquisição de Alimentos – valor pago · R$ milhões (valores correntes)
É o que o governo pagou a agricultores familiares pela comida que vai para quem precisa. Valores em reais de cada ano.
O número grande é a média dos anos de cada governo. O ano com * ainda não fechou.
Valor pago no ano pela ação do orçamento federal que compra alimentos da agricultura familiar e os distribui a quem precisa (PAA).
"Total pago no ano" da ação orçamentária 2798 no Portal da Transparência (regime de caixa: conta o que saiu do caixa em cada ano, inclusive restos de anos anteriores). Em 2021 e 2022 o programa chamou-se Alimenta Brasil. O valor de 2020 pode estar subestimado: há indicação, não conferida em fonte aberta, de que um reforço extraordinário da pandemia foi executado fora dessa ação. A série não cobre necessariamente todas as fontes do programa: só a parte operada pela Conab somou R$ 591 milhões em 2023, segundo reportagem com dados do painel da Conab, acima do valor pago na ação naquele ano. Valores nominais, sem descontar a inflação. É um gasto público, por isso o sentido é neutro.
Resgatados de trabalho análogo à escravidão · pessoas
Mais resgates quer dizer mais fiscalização chegando a quem estava nessa situação.
O número grande é a média dos anos de cada governo. O ano com * ainda não fechou.
Número de pessoas retiradas pela fiscalização do trabalho, no ano, de situações análogas à de escravidão, no campo e na cidade.
De 2018 a 2024, série consolidada do Observatório da Erradicação do Trabalho Escravo (SmartLab, do Ministério Público do Trabalho e da OIT), que declara como fonte o Ministério do Trabalho e Emprego. O valor de 2025 é o balanço preliminar divulgado pelo MTE em janeiro de 2026 e não é diretamente comparável: os balanços de janeiro costumam diferir da série consolidada (em 2023, 3.190 no balanço e 3.238 na série). O painel oficial Radar SIT estava fora do ar na data da consulta. Inclui resgates urbanos, não só rurais. O número depende tanto da ocorrência do crime quanto da quantidade de fiscalizações e denúncias; por isso não há um sentido "melhor".
Terras indígenas homologadas
É a média de terras homologadas por ano em cada governo. Entre 2019 e 2022 não houve nenhuma.
O número grande é a média dos anos de cada governo. O ano com * ainda não fechou.
Número de decretos presidenciais que homologaram a demarcação de terras indígenas no ano, uma das etapas finais do reconhecimento oficial.
Contagem feita por nós nas ementas dos decretos federais numerados (dados abertos de legislação do Senado, anos de 2018 a 2026), filtrando os que homologam terras indígenas; o total de 20 entre 2023 e 2025 bate com o divulgado pelo governo e pela imprensa. Quatro desses 20 decretos alteram ou ampliam os limites de áreas que já tinham homologação anterior e são contados como homologações pelo governo. A homologação não encerra o processo: faltam o registro em cartório e, muitas vezes, a retirada de ocupantes não indígenas, e algumas são contestadas na Justiça. O tema é objeto de disputa política (demarcação, direito de propriedade, marco temporal), por isso o sentido é neutro.
Famílias incluídas na reforma agrária (todas as formas)
Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo. O ano com * ainda não fechou.
Número de famílias incluídas no ano na lista de beneficiários do Programa Nacional de Reforma Agrária, por qualquer caminho: lotes novos, regularização de quem já ocupava um lote ou reconhecimento de áreas de outros órgãos.
Valores extraídos por nós da tabela de dados do painel público do Incra (consulta em 7/10/2026), agregados por ano; a base é atualizada continuamente e difere um pouco de números divulgados antes (por exemplo, 7.105 famílias em 2022 e 50.592 em 2023 em reportagem de 2024 com dados do Incra). Atenção ao critério: o total mistura situações muito diferentes. A maior parte das inclusões, em todos os anos da série, é de regularização (famílias que já viviam em assentamentos existentes) e de reconhecimento (famílias em áreas criadas por estados, unidades de conservação ou territórios tradicionais), e não de famílias que receberam terra nova — ver o indicador seguinte. Governo e movimentos sociais usam definições diferentes de "família assentada", e o MST contesta a contagem oficial. Em 2025, mais da metade das inclusões foi registrada em dezembro. Por essas razões o sentido é neutro.
Mercados abertos para produtos do agro · aberturas de mercado
Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Contagem do Ministério da Agricultura: cada "mercado aberto" é um par produto–país em que o importador passou a aceitar as garantias sanitárias brasileiras. Abre a possibilidade de exportar; não garante venda nem mede valor exportado.
Números divulgados pelo próprio ministério e reproduzidos pela imprensa (não há planilha oficial consolidada nas fontes abertas). O ministério informa 507 aberturas de mercado de 2023 a 2025. O critério de contagem pode ter mudado entre gestões, e a rede de adidos agrícolas foi ampliada a partir de 2023. Para o resultado efetivo, ver o indicador de exportações do agronegócio.
Menos gente assassinada, ano após ano.
Mortes violentas intencionais (número)
Quanto menor o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 3Mortes violentas intencionais (taxa) · por 100 mil habitantes
São os assassinatos para cada 100 mil moradores. Número mais baixo é melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 3Mulheres assassinadas · vítimas
Quanto menor o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Mortes por intervenção policial
Quanto menor o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 3Roubos de veículos · ocorrências por ano
Quanto menor o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Roubos de celulares · ocorrências por ano
Quanto menor o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 1Bens e dinheiro apreendidos · R$ bilhões
Em 2022 foi menos de R$ 1 bilhão; em 2023, pouco mais de R$ 3 bilhões; em 2024, R$ 6,5 bilhões. O valor de 2025 é preliminar.
› Ver o fato e a fonteFontes · 1Mortes violentas intencionais (número)
Número mais baixo é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Soma de homicídios dolosos, feminicídios, latrocínios, lesões seguidas de morte, mortes por intervenção policial e policiais mortos.
Série histórica da Tabela 02 do 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública (2026), que revisa anos anteriores (ex.: reportagens citam 44.127 para 2024, valor da edição anterior). Baseada em registros das secretarias estaduais; a segurança pública é atribuição principalmente dos estados. Dados de 2026 só sairão em 2027.
Mortes violentas intencionais (taxa) · por 100 mil habitantes
São os assassinatos para cada 100 mil moradores. Número mais baixo é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Número de mortes violentas intencionais para cada 100 mil habitantes, o que permite comparar anos com populações diferentes.
Tabela 02 do 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública (2026), série revisada. A taxa de 2025 é a menor da série iniciada em 2012.
Mulheres assassinadas · vítimas
Número mais baixo é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Total de mulheres vítimas de homicídio no ano, somando os casos registrados como feminicídio e os registrados como homicídio comum. Não depende de como a polícia classifica o crime.
Gráfico 35, "Homicídios de mulheres e feminicídios, Brasil 2016–2025", do 20º Anuário (página 159), linha "Homicídios (incluindo feminicídios)". No mesmo período, os casos registrados como feminicídio subiram de 1.229 (2018) para 1.571 (2025). Segundo o Anuário, o que cai são as mortes de mulheres não registradas como motivadas por gênero, enquanto os feminicídios seguem crescendo. Em 2025, dos 3.539 homicídios de mulheres, 1.571 foram classificados como feminicídio e 1.968 como homicídio comum. A segurança pública é responsabilidade principalmente dos estados.
Mortes por intervenção policial
Número mais baixo é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Número de pessoas mortas por policiais civis e militares, em serviço ou de folga.
Gráfico 13 do 20º Anuário (série revisada). As polícias civil e militar são comandadas pelos governos estaduais. O número de 2025 é o maior da série.
Roubos de veículos · ocorrências por ano
Número mais baixo é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Ocorrências de roubo de veículo (com violência ou grave ameaça) registradas pelas polícias estaduais e reunidas pelo Ministério da Justiça no Sinesp.
Dados extraídos do Sinesp em 25/2/2026; os estados podem corrigir registros depois, por isso outras extrações dão números um pouco diferentes (o Anuário do FBSP, com outra coleta, dá 104.491 em 2025). A série nacional nesta base começa em 2020, então o período de Bolsonaro tem três anos. Conta só roubos: furtos de veículos, sem violência, são outro indicador.
Roubos de celulares · ocorrências por ano
Número mais baixo é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Ocorrências de roubo de celular (com violência ou grave ameaça) registradas pelas polícias, reunidas pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Série revisada da edição de 2026 do Anuário; edições antigas trazem números diferentes para os mesmos anos. Conta só roubos. Os furtos de celular, sem violência, quase não mudaram (490.771 em 2022 e 483.561 em 2025); somando os dois, o total caiu de 983.676 para 792.284. O FBSP cita câmeras, preço menor no mercado ilegal e o programa Celular Seguro como explicações possíveis, sem cravar. Depende de a vítima registrar a ocorrência.
A floresta voltou a ser protegida.
Desmatamento na Amazônia Legal (PRODES) · km² por ano
Quanto menor o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 4Emissões de gases de efeito estufa (SEEG) · bilhões de toneladas de CO2 equivalente
Quanto menor o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Doações recebidas pelo Fundo Amazônia · R$ milhões por ano (sem descontar a inflação)
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 3Projetos aprovados pelo Fundo Amazônia · projetos aprovados por ano
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Garimpo novo na Terra Yanomami · hectares no ano
Quanto menor o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Desmatamento em terras indígenas · hectares por ano
Quanto menor o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Desmatamento na Amazônia Legal (PRODES) · km² por ano
Número mais baixo é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Área de floresta derrubada por corte raso na Amazônia Legal, medida por satélite pelo INPE.
O "ano PRODES" vai de agosto do ano anterior a julho do ano indicado: o dado de 2019 cobre de agosto de 2018 a julho de 2019 (inclui cinco meses do governo anterior) e o de 2023 cobre de agosto de 2022 a julho de 2023 (idem). 2018–2024 são taxas consolidadas; 2025 é a estimativa do INPE de outubro de 2025 (a taxa consolidada não foi localizada). O dado de 2026 (ago/2025–jul/2026) ainda não foi divulgado; o sistema de alertas DETER, que não é comparável ao PRODES, indicou queda de 36,87% no período.
Emissões de gases de efeito estufa (SEEG) · bilhões de toneladas de CO2 equivalente
Número mais baixo é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Total de gases de efeito estufa emitidos pelo país em um ano, somando desmatamento, agropecuária, energia, indústria e resíduos.
Emissões brutas segundo o SEEG 13 (Observatório do Clima), em GWP-AR5. Série de 2018 a 2024 lida na planilha “Dados nacionais 13.0” da mesma coleção, aba “Consulta Série Histórica”; como é uma só edição, os anos são comparáveis entre si. O dado de 2025 só sai com o SEEG 14.
Doações recebidas pelo Fundo Amazônia · R$ milhões por ano (sem descontar a inflação)
Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Soma das doações efetivamente recebidas pelo BNDES para o Fundo Amazônia em cada ano, pela tabela oficial de doações do fundo.
Somas anuais feitas por nós a partir das datas de recebimento na tabela oficial. Não houve doação de 2019 a 2022, depois que o governo extinguiu os comitês do fundo em 2019. A maior parte chega em moeda estrangeira e é convertida pelo câmbio do dia. Os R$ 726 milhões de 2023 que às vezes circulam são contratos assinados, não dinheiro recebido naquele ano.
Projetos aprovados pelo Fundo Amazônia · projetos aprovados por ano
Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Operações aprovadas pelo BNDES com dinheiro do Fundo Amazônia em cada ano (Tabela 4 do Relatório de Atividades 2025).
O zero de 2019 a 2022 tem causa registrada no próprio relatório: o Decreto 9.759/2019 extinguiu os comitês do fundo, sem os quais não se aprovam projetos novos. Nesses anos o fundo seguiu pagando projetos antigos (R$ 90 a 131 milhões por ano). A contagem não mede o tamanho dos projetos; em valor aprovado foram R$ 553 milhões em 2023, R$ 932 milhões em 2024 e R$ 2,19 bilhões em 2025.
Garimpo novo na Terra Yanomami · hectares no ano
Número mais baixo é melhor.
O número grande é o último dado disponível de cada governo.
Área de garimpo aberta pela primeira vez no ano dentro da Terra Indígena Yanomami, pelo monitoramento por satélite do Censipam divulgado no balanço do governo federal.
O balanço oficial só traz 2022 e 2024. A série independente do ISA com as associações Hutukara e Seduume tem outro nível, mas a mesma queda: cerca de 1.800 ha em 2022, 330 ha em 2023, 84 ha em 2024 e 45 ha em 2025. O garimpo não acabou: em 2025 houve 121 novas aberturas, quase todas pequenas.
Desmatamento em terras indígenas · hectares por ano
Número mais baixo é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Vegetação nativa derrubada dentro das terras indígenas do país, pela soma dos alertas validados do MapBiomas (Relatório Anual do Desmatamento 2025, Tabela 38).
Edição de maio de 2026; o MapBiomas revisa a série inteira a cada edição, então só se comparam anos da mesma edição. Mede derrubada de vegetação detectada por satélite, não degradação, fogo ou garimpo sem desmate. Inclui terras homologadas e não homologadas.
O Brasil voltou a ser respeitado lá fora.
Liberdade de imprensa (posição no ranking RSF)
É a colocação entre 180 países: 1º é onde a imprensa é mais livre. Número mais baixo é melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 3Nota de crédito soberano (S&P) · degraus abaixo do grau de investimento
Conta quantos degraus faltam para o Brasil recuperar o selo de bom pagador. Menos degraus é melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 3Investimento direto estrangeiro no país · US$ bilhões
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 1Índice Global da Paz · posição no ranking
É a colocação entre cerca de 160 países: 1º é o mais pacífico. Número mais baixo é melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 4Relatório Mundial da Felicidade · posição no ranking
É a colocação entre cerca de 140 países: 1º é onde as pessoas se dizem mais satisfeitas. Número mais baixo é melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Liberdade de imprensa (posição no ranking RSF)
É a colocação entre 180 países: 1º é onde a imprensa é mais livre. Número mais baixo é melhor.
O número grande é o último dado disponível de cada governo.
Colocação do Brasil entre 180 países no ranking da ONG Repórteres Sem Fronteiras; quanto mais perto do 1º lugar, mais liberdade.
O ano é o da edição do ranking, publicada entre abril e maio e baseada principalmente no ano anterior (a edição de 2023 reflete sobretudo 2022; a de 2026, sobretudo 2025). A RSF mudou a metodologia em 2022, o que limita a comparação com anos anteriores. Posições lidas na tabela da Wikipedia que compila os rankings da RSF e conferidas com a imprensa para 2021, 2022, 2024, 2025 e 2026. Em 2018 (edição baseada sobretudo em 2017), o Brasil estava em 102º, segundo a própria RSF.
Nota de crédito soberano (S&P) · degraus abaixo do grau de investimento
Conta quantos degraus faltam para o Brasil recuperar o selo de bom pagador. Menos degraus é melhor.
O número grande é o último dado disponível de cada governo. O ano com * ainda não fechou.
Quantos degraus a nota de crédito do Brasil na agência S&P está abaixo do "grau de investimento", o selo de bom pagador (0 significaria ter o selo).
Nota no fim de cada ano convertida por nós em degraus: BB- = 3 degraus abaixo do grau de investimento (BBB-); BB = 2 degraus. Mudanças registradas — S&P: rebaixou para BB- em 11/01/2018; elevou para BB em 19/12/2023; reafirmou BB com perspectiva estável em junho de 2025. Fitch: rebaixou para BB- em 23/02/2018; elevou para BB em 26/07/2023; manteve BB estável em março de 2026. Moody's: Ba2 (2 degraus abaixo) de 2018 a 2024; elevou para Ba1 (1 degrau abaixo) em 01/10/2024; mudou a perspectiva de positiva para estável em 30/05/2025. Não foram localizadas ações posteriores até outubro de 2026.
Investimento direto estrangeiro no país · US$ bilhões
Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Dinheiro que entrou no país, descontadas as saídas, para comprar ou ampliar empresas e fábricas.
Entradas líquidas de investimento direto (balanço de pagamentos), indicador BX.KLT.DINV.CD.WD do Banco Mundial, em dólares correntes, arredondado. Usamos o Banco Mundial em vez da série do Banco Central; os valores podem diferir levemente por revisões. 2020 foi afetado pela pandemia. Sem dado anual de 2026.
Índice Global da Paz · posição no ranking
É a colocação entre cerca de 160 países: 1º é o mais pacífico. Número mais baixo é melhor.
O número grande é o último dado disponível de cada governo.
Colocação do Brasil entre 163 países em um índice que combina violência interna, conflitos e militarização; quanto mais perto do 1º lugar, mais pacífico.
Institute for Economics & Peace; o ano é o da edição (publicada em junho). As posições de 2020 a 2023 (126ª, 128ª, 130ª e 132ª) foram lidas na tabela da América do Sul do relatório de cada ano. O instituto recalcula posições de anos anteriores a cada edição; usamos a posição publicada em cada relatório. Para 2026 há reportagens citando 133º, mas o material oficial do instituto traz o Brasil em 124º.
Relatório Mundial da Felicidade · posição no ranking
É a colocação entre cerca de 140 países: 1º é onde as pessoas se dizem mais satisfeitas. Número mais baixo é melhor.
O número grande é o último dado disponível de cada governo.
Colocação do Brasil em um ranking de cerca de 140 países baseado na nota que as pessoas dão à própria vida em pesquisas.
World Happiness Report; o ano é o da edição (publicada em março), e cada edição usa a média das pesquisas dos três anos anteriores (a edição de 2023 reflete 2020–2022; a de 2026 reflete 2023–2025). Notas do Brasil (0 a 10): 6,30 (2019), 6,38 (2020), 6,33 (2021), 6,29 (2022), 6,13 (2023), 6,27 (2024), 6,49 (2025) e 6,63 (2026). Posições calculadas por nós a partir das notas de todos os países; para 2023 o cálculo dá 48º e usamos a posição divulgada pelo relatório (49º). Mede a avaliação dos próprios brasileiros, não a visão de estrangeiros. A posição de 2018 (28º) foi calculada a partir das notas, como nos outros anos.
Mais bolsas, mais inclusão, menos violência.
Taxa de homicídios de pessoas negras · por 100 mil
São os assassinatos para cada 100 mil pessoas negras. Número mais baixo é melhor. Compare com o cartão das pessoas não negras.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Taxa de homicídios de pessoas não negras · por 100 mil
São os assassinatos para cada 100 mil pessoas não negras. Número mais baixo é melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Alunos da educação especial em classes comuns · %
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 3Bolsas ofertadas pelo ProUni
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 20Bolsas integrais ofertadas pelo ProUni
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 20Alunos com deficiência na graduação · matrículas
Parte do aumento pode vir de mais alunos declarando a deficiência. Número mais alto é melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Taxa de homicídios de pessoas negras · por 100 mil
São os assassinatos para cada 100 mil pessoas negras. Número mais baixo é melhor. Compare com o cartão das pessoas não negras.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Homicídios de pessoas pretas e pardas por 100 mil habitantes negros, segundo o Atlas da Violência (Ipea e Fórum Brasileiro de Segurança Pública), com base nos registros de óbito do Ministério da Saúde.
Série do Atlas da Violência 2026, que vai até 2024. Compare com o cartão da taxa de não negros: em 2024, a taxa de negros era 2,7 vezes a de não negros. Segurança pública é atribuição principalmente dos estados.
Taxa de homicídios de pessoas não negras · por 100 mil
São os assassinatos para cada 100 mil pessoas não negras. Número mais baixo é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Homicídios de pessoas brancas, amarelas e indígenas por 100 mil habitantes desse grupo, segundo o Atlas da Violência (Ipea e Fórum Brasileiro de Segurança Pública).
Série do Atlas da Violência 2026, que vai até 2024. Serve de referência para o cartão da taxa de homicídios de pessoas negras.
Alunos da educação especial em classes comuns · %
Número mais alto é melhor.
O número grande é o último dado disponível de cada governo.
Percentual das matrículas de alunos de 4 a 17 anos com deficiência, transtorno global do desenvolvimento ou altas habilidades que estão em classes comuns, e não em classes ou escolas exclusivas, segundo o Censo Escolar do Inep.
A maior parte dessas matrículas está em redes municipais e estaduais. Só foram incluídos os anos conferidos em divulgações do Inep (2021 e 2025) e em reportagem com dados do Censo Escolar 2024 (2020 e 2024). Há debate entre entidades sobre o papel das escolas especializadas; "maior" aqui indica apenas mais inclusão em turmas comuns. Os valores de 2018, 2019, 2022 e 2023 vêm dos Resumos Técnicos do Censo Escolar 2022 e 2023 (Inep); 2019 e 2023 foram lidos do gráfico.
Bolsas ofertadas pelo ProUni
Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Soma das bolsas (integrais e parciais) anunciadas pelo MEC nas duas seleções do ano em faculdades privadas. É a oferta, não o número de bolsas efetivamente ocupadas.
Valores de 2018–2021 e 2023–2026 são a soma, feita para este site, das ofertas anunciadas no 1º e no 2º semestre (2018: 242.987+174.289; 2019: 243.888+169.226; 2020: 252.534+167.780; 2021: 162.022+134.329; 2023: 288.112+276.566; 2024: 406.428+243.850; 2025: 338.444+211.202; 2026: 594.519+471.304). Para 2022 não foi localizado o número exato do 2º semestre (a Agência Brasil fala em "mais de 190 mil"; o 1º semestre teve 273.001); por isso 2022 usa o total anual atribuído ao MEC em reportagem (468.021), que pode seguir contagem diferente da soma das duas ofertas. Oferta não é ocupação: parte das bolsas fica sem preencher. As bolsas são dadas por instituições privadas em troca de isenção de tributos federais; a quantidade depende da adesão das instituições e do número de alunos pagantes. A Lei 14.350/2022 mudou regras de acesso a partir do 2º semestre de 2022. Em 2026/1, 319.700 das 594.519 bolsas eram parciais. A queda de 2021 ocorreu durante a pandemia.
Bolsas integrais ofertadas pelo ProUni
Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Soma das bolsas integrais (100% da mensalidade) anunciadas nas duas seleções do ano. As demais bolsas são parciais (50%).
Soma, feita para este site, das bolsas integrais das duas seleções (2019: 116.813+68.087; 2020: 122.432+60.551; 2021: 76.855+69.482; 2023: 209.758+215.530; 2024: 308.977+170.319; 2025: 203.539+118.147; 2026: 274.819+219.725). 2022 é o total anual atribuído ao MEC em reportagem (280.674). 2018 ficou sem valor porque a fonte aberta para a 1ª seleção daquele ano não separa integrais (a 2ª seleção teve 68.884). Mesmas ressalvas do indicador de bolsas totais: é oferta, não ocupação.
Alunos com deficiência na graduação · matrículas
Parte do aumento pode vir de mais alunos declarando a deficiência. Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Matrículas de graduação (redes pública e privada) de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento ou altas habilidades/superdotação, segundo o Censo da Educação Superior.
O número depende de o aluno declarar e de a instituição registrar a condição; parte do aumento pode vir de melhor identificação e não só de mais ingresso. Inclui rede privada. A cota para pessoas com deficiência nas federais vem da Lei 13.409/2016 (Congresso). Em 2023 esses alunos eram 0,9% das matrículas de graduação. A categoria inclui altas habilidades/superdotação, que não é deficiência. Dados de 2025 ainda não publicados.
Sim ou não, direto dos planos de governo que os dois registraram no TSE.
Planos de governo registrados no TSE
O plano de Lula promete continuar o aumento acima da inflação. O de Flávio só usa o salário mínimo como medida de renda, sem dizer como ele será reajustado.
› Ver o que Lula propõeFonte · TSEPlanos de governo registrados no TSE
A palavra “piso” não aparece no plano de Flávio.
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As palavras “racial” e “racismo” não aparecem no plano de Flávio.
› Ver o que Lula propõeFonte · TSEPlanos de governo registrados no TSE
O plano de Flávio não menciona a população LGBTQIA+.
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O plano de Lula mantém o controle e o rastreamento de armas e munições. O de Flávio só fala em armamento para as polícias e as Forças Armadas.
› Ver o que Lula propõeFonte · TSEO que não cabe em número: armas, milícia, crime organizado e desinformação. Toque para ler.
Os registros de caçadores, atiradores e colecionadores (CACs) passaram de 117,5 mil em 2018 para 783,4 mil em 2022, período em que valeram os decretos que flexibilizaram o acesso a armas. O Fórum Brasileiro de Segurança Pública afirma que a expansão foi 'amparada por decretos presidenciais'. As fontes lidas não trazem número de armas legais desviadas para facções.
Após a morte do ex-policial Adriano da Nóbrega, Jair Bolsonaro disse que ele era 'herói da Polícia Militar' em 2005, que não havia condenação definitiva contra ele e que pediu pessoalmente ao filho Flávio que o homenageasse naquele ano. Bolsonaro negou qualquer ligação com milícias.
A PF informou ter apreendido ao menos R$ 9,5 bilhões em bens e dinheiro do crime organizado em 2025 (dado preliminar), contra R$ 6,5 bilhões em 2024, pouco mais de R$ 3 bilhões em 2023 e menos de R$ 1 bilhão em 2022.
Operação Carbono Oculto: Receita Federal, Polícia Federal, promotores do Gaeco (Ministério Público de São Paulo), polícias e fisco estaduais cumpriram 200 mandados contra 350 alvos em dez estados, em investigação sobre atuação do PCC no setor de combustíveis e em fintechs e fundos de investimento. Segundo a Receita, o grupo movimentou R$ 52 bilhões em postos entre 2020 e 2024. A Justiça decretou a indisponibilidade de usinas, administradoras de fundos e redes de postos, e a Procuradoria da Fazenda pediu bloqueio de mais de R$ 1 bilhão. A operação reuniu órgãos federais e estaduais.
O Aos Fatos registrou 6.675 declarações falsas ou distorcidas de Jair Bolsonaro nos quatro anos de mandato, média de 4,6 por dia. Um texto posterior da mesma agência cita 6.685. A contagem inclui repetições e só existiu para Bolsonaro.
Como senador, Flávio Bolsonaro votou contra o PL 2630/2020 ('PL das Fake News'), aprovado no Senado por 44 votos a 32.
O TSE, em plenário virtual e por maioria, multou Flávio Bolsonaro em R$ 5 mil por publicar em fevereiro de 2022 um trecho cortado de discurso de Lula que sugeria que ele admitia 'relação com o demônio'. A relatora havia votado por rejeitar a ação. A reportagem não informa se houve recurso.
O TSE decidiu, por 5 votos a 2, que Flávio Bolsonaro deve remover publicação em que dizia que Lula foi aos Estados Unidos como 'defensor do PCC e do Comando Vermelho', e proibiu a repetição do conteúdo. Não houve multa; o pedido da federação do PT foi atendido só em parte.
Social
Menos pobreza, menos fome, mais dinheiro na educação.
De cada 100 brasileiros, quantos viviam na pobreza?
Pessoas na pobreza (IBGE) · % da população
Quanto menor o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2De cada 100 brasileiros, quantos viviam na miséria?
Pessoas na extrema pobreza (Banco Mundial) · % da população
Quanto menor o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Brasil fora do Mapa da Fome: de cada 100 brasileiros, quantos não comiam o suficiente?
Subalimentação (FAO, "Mapa da Fome") · % da população
Quanto menor o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2De 0 (todos iguais) a 100, qual o tamanho da desigualdade?
Desigualdade de renda (índice de Gini) · índice de 0 a 100
Mede a desigualdade de renda: 0 seria todo mundo ganhando igual. Número mais baixo é melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 1De 0 a 1, qual a nota do Brasil em qualidade de vida?
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) · índice de 0 a 1
Vai de 0 a 1 e junta saúde, estudo e renda. Número mais alto é melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Quantos bilhões de reais o MEC pagou por ano?
Despesa paga do Ministério da Educação · R$ bilhões (de dez/2024)
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Quanto da riqueza do país foi gasto com educação pública?
Gasto público em educação (União, estados e municípios) · % do PIB
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 1De 0 a 10, qual a nota da escola do 1º ao 5º ano?
Ideb dos anos iniciais do ensino fundamental · índice de 0 a 10
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 5Quantas mulheres ministras havia na posse?
Mulheres no ministério no início do governo · ministras
É a foto do dia da posse de cada governo.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2De cada 100 crianças, quantas tomaram a vacina do sarampo, por ano?
Vacinação contra o sarampo · % das crianças de 12 a 23 meses
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2De cada 100 crianças, quantas completaram a vacina contra difteria, tétano e coqueluche, por ano?
Vacinação contra difteria, tétano e coqueluche · % das crianças de 12 a 23 meses
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2De cada 100 brasileiros adultos, quantos não sabem ler nem escrever, por ano?
Analfabetismo · % das pessoas de 15 anos ou mais
Quanto menor o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 1Quanto recebe por mês um bolsista de mestrado da CAPES?
Bolsa de mestrado da CAPES · R$ por mês (sem descontar a inflação)
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Quanto recebe por mês um bolsista de doutorado da CAPES?
Bolsa de doutorado da CAPES · R$ por mês (sem descontar a inflação)
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Quantos médicos do Mais Médicos atendiam nos postos de saúde?
Médicos do Mais Médicos · médicos em atividade
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 2Quantos milhões de pessoas pegaram remédio na Farmácia Popular, por ano?
Farmácia Popular · pessoas atendidas por ano
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 1Quantos milhões de cirurgias marcadas o SUS fez por ano?
Cirurgias eletivas no SUS · cirurgias por ano
Quanto maior o número, melhor.
› Ver o gráfico ano a anoFontes · 3Quantos brasileiros vivem na pobreza?
Pessoas na pobreza (IBGE) · % da população
Número mais baixo é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Percentual da população com renda abaixo de US$ 6,85 por dia por pessoa (cerca de R$ 694 por mês), linha do Banco Mundial usada pelo IBGE.
Síntese de Indicadores Sociais 2025 do IBGE (dados até 2024), conforme reportagem da Agência Brasil. A queda de 2020 coincide com o Auxílio Emergencial e a alta de 2021 com sua redução. O IBGE manteve as linhas antigas do Banco Mundial nesta edição; a próxima deve adotar as novas linhas, o que mudará os níveis. Dado de 2025 ainda não divulgado. O valor de 2018 (33,4%) vem da Tabela 2.18 da Síntese de Indicadores Sociais 2025 do IBGE.
Fontes · 2
Quantos vivem na miséria?
Pessoas na extrema pobreza (Banco Mundial) · % da população
Número mais baixo é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Percentual da população que vive com menos de US$ 3 por dia por pessoa (linha internacional de extrema pobreza do Banco Mundial).
Banco Mundial (indicador SI.POV.DDAY, linha de US$ 3,00/dia em paridade de poder de compra de 2021). A série usada é a do Banco Mundial porque a do IBGE só foi localizada para alguns anos; pelo critério do IBGE (US$ 2,15/dia) a extrema pobreza foi de 9,0% em 2021, 4,4% em 2023 e 3,5% em 2024. As duas medidas não são comparáveis entre si. A queda de 2020 coincide com o Auxílio Emergencial.
Fontes · 2
Quanta gente não come o suficiente?
Subalimentação (FAO, "Mapa da Fome") · % da população
Número mais baixo é melhor.
O número grande é o último dado disponível de cada governo.
Estimativa da ONU do percentual da população que não consome calorias suficientes; acima de 2,5% o país entra no chamado Mapa da Fome.
FAO, via Our World in Data. A FAO não publica valores abaixo de 2,5%: onde aparece 2,5 leia-se "menos de 2,5%". Os números são estimativas revisadas a cada relatório. Em 28 de julho de 2025 (relatório SOFI 2025, média 2022–2024) a FAO informou que o Brasil voltou a ficar abaixo de 2,5% e saiu do Mapa da Fome. Pesquisa independente da Rede Penssan (II VIGISAN) estimou 33,1 milhões de pessoas em insegurança alimentar grave em 2021/2022 (15,5% da população), com método diferente.
Fontes · 2
A distância entre ricos e pobres aumentou?
Desigualdade de renda (índice de Gini) · índice de 0 a 100
Mede a desigualdade de renda: 0 seria todo mundo ganhando igual. Número mais baixo é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Mede a desigualdade de renda numa escala em que 0 seria igualdade total e 100 seria toda a renda nas mãos de uma só pessoa.
Índice de Gini do rendimento domiciliar per capita, PNAD Contínua/IBGE (tabela 7435 do SIDRA). O IBGE publica na escala de 0 a 1 (ex.: 0,511 em 2025); aqui multiplicado por 100 para facilitar a leitura. A queda de 2020 coincide com o Auxílio Emergencial.
Fontes · 1
A qualidade de vida melhorou?
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) · índice de 0 a 1
Vai de 0 a 1 e junta saúde, estudo e renda. Número mais alto é melhor.
O número grande é o último dado disponível de cada governo.
Nota da ONU que combina renda, escolaridade e expectativa de vida, de 0 (pior) a 1 (melhor).
PNUD, Relatório de Desenvolvimento Humano 2025 (dados até 2023), série revisada, via Our World in Data. Atenção: este indicador usa 3 casas decimais. Em 2023 o Brasil ficou na 84ª posição entre 193 países. Os anos de 2020 e 2021 coincidem com a pandemia. O dado de 2024 do relatório global não foi localizado; o "IDHM" de 0,805 divulgado pelo PNUD Brasil em maio de 2026 é outro índice e não é comparável.
Fontes · 2
Quanto o MEC efetivamente pagou a cada ano?
Despesa paga do Ministério da Educação · R$ bilhões (de dez/2024)
Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Despesa paga do MEC no ano, corrigida pela inflação (IPCA) para reais de dezembro de 2024. Dados do Tesouro Gerencial (Siafi), organizados pelo Todos Pela Educação.
A queda vem desde 2017 (R$ 185,4 bi) e passou pela pandemia. Parte da alta a partir de 2021 decorre do Novo Fundeb, emenda constitucional aprovada pelo Congresso em 2020 (79 a 0 no Senado) que eleva a complementação da União de 10% para 23% até 2026 — é despesa obrigatória, não decisão de um governo. A dotação e o empenho são maiores que o valor pago (em 2024: R$ 213,6 bi, R$ 206,7 bi e R$ 174,9 bi). Em sentido contrário, a verba discricionária das universidades federais em 2024 seguia abaixo da de 2019, segundo levantamento publicado pela Folha.
Fontes · 2
Quanto do PIB o setor público gastou com educação?
Gasto público em educação (União, estados e municípios) · % do PIB
Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Despesa da função Educação do governo geral (as três esferas somadas), pela classificação internacional Cofog, em percentual do PIB. Dados de STN, SOF, IBGE e BCB, organizados pelo Todos Pela Educação.
A maior parte desse gasto é de estados e municípios; o governo federal responde por uma fração. Em 2020 e 2021 as escolas ficaram fechadas durante a pandemia, o que reduziu despesas, e o PIB variou muito no período, o que afeta o percentual.
Fontes · 1
Como evoluiu a nota da educação básica do 1º ao 5º ano?
Ideb dos anos iniciais do ensino fundamental · índice de 0 a 10
Número mais alto é melhor.
O número grande é o último dado disponível de cada governo.
Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (0 a 10), calculado pelo Inep a cada dois anos a partir das provas do Saeb e da taxa de aprovação. Rede total (pública e privada), Brasil.
Divulgado só em anos ímpares; em 2017 foi 5,8. A prova de 2021 foi aplicada durante a pandemia. O ensino fundamental é responsabilidade principalmente de municípios e estados, de modo que o resultado não mede só a ação do governo federal. Em 2025, o Inep registrou os maiores valores da série também nos anos finais (5,3) e no ensino médio (4,5).
Fontes · 5
Quantas mulheres havia entre os ministros na posse de cada governo?
Mulheres no ministério no início do governo · ministras
É a foto do dia da posse de cada governo.
O número grande é o último dado disponível de cada governo.
Número de ministras entre os titulares de ministérios e órgãos com status de ministério no dia da posse presidencial. Há um valor por governo, não por ano.
Indicador pontual: mede só a foto da posse. As ministras de 2019 eram Tereza Cristina (Agricultura) e Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos). No governo Lula o número caiu ao longo do mandato: segundo O Tempo, eram 8 ministras entre 38 pastas em abril de 2026. Não foi localizada contagem equivalente para o fim do governo Bolsonaro.
Fontes · 2
De cada 100 crianças, quantas tomaram a primeira dose da vacina do sarampo?
Vacinação contra o sarampo · % das crianças de 12 a 23 meses
Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Percentual de crianças de 12 a 23 meses com a 1ª dose de vacina contra o sarampo. Estimativa conjunta da OMS e do Unicef (WUENIC), que combina registros de vacinação e pesquisas.
Revisão divulgada em julho de 2026; a OMS e o Unicef revisam a série inteira a cada edição, por isso números de edições antigas podem ser diferentes. A queda de 2020 e 2021 coincide com a pandemia, e a cobertura já vinha caindo desde 2016. Em 2025 houve recuo para 90%.
Fontes · 2
De cada 100 crianças, quantas completaram as três doses da vacina contra difteria, tétano e coqueluche?
Vacinação contra difteria, tétano e coqueluche · % das crianças de 12 a 23 meses
Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Percentual de crianças de 12 a 23 meses com a 3ª dose da vacina contra difteria, tétano e coqueluche (no Brasil, a pentavalente). Estimativa conjunta da OMS e do Unicef (WUENIC).
Revisão divulgada em julho de 2026; a série inteira é revista a cada edição. A queda de 2019 é anterior à pandemia e coincide com falta de vacina pentavalente naquele ano. Em 2025 houve recuo para 86%.
Fontes · 2
De cada 100 brasileiros com 15 anos ou mais, quantos não sabem ler nem escrever?
Analfabetismo · % das pessoas de 15 anos ou mais
Número mais baixo é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Percentual de pessoas de 15 anos ou mais que declaram não saber ler e escrever um bilhete simples (PNAD Contínua, módulo Educação, IBGE).
Não há dado de 2020 e 2021: o módulo Educação não foi divulgado na pandemia. A taxa cai de forma contínua desde 2016 (6,7%), num movimento de longo prazo ligado à idade: o analfabetismo se concentra nos mais velhos (13,8% entre os de 60 anos ou mais em 2025). Por isso a queda não é obra de um governo só. Não mede analfabetismo funcional.
Fontes · 1
Quantos reais por mês recebe um bolsista de mestrado da CAPES?
Bolsa de mestrado da CAPES · R$ por mês (sem descontar a inflação)
Número mais alto é melhor.
O número grande é o último dado disponível de cada governo.
Valor mensal da bolsa de mestrado da CAPES no país, vigente em dezembro de cada ano.
O valor de R$ 1.500 vinha de 2013 e ficou dez anos sem reajuste. O aumento para R$ 2.100 (+40%) veio pela Portaria CAPES nº 33, de 16/2/2023, valendo desde 1º/2/2023. Não houve novo reajuste até outubro de 2026. Valor sem correção pela inflação.
Fontes · 2
Quantos reais por mês recebe um bolsista de doutorado da CAPES?
Bolsa de doutorado da CAPES · R$ por mês (sem descontar a inflação)
Número mais alto é melhor.
O número grande é o último dado disponível de cada governo.
Valor mensal da bolsa de doutorado da CAPES no país, vigente em dezembro de cada ano.
O valor de R$ 2.200 vinha de 2013. O aumento para R$ 3.100 (cerca de +41%) veio pela Portaria CAPES nº 33, de 16/2/2023, valendo desde 1º/2/2023. Não houve novo reajuste até outubro de 2026. Valor sem correção pela inflação.
Fontes · 2
Quantos médicos os programas federais mantinham nos postos de saúde?
Médicos do Mais Médicos · médicos em atividade
Número mais alto é melhor.
O número grande é o último dado disponível de cada governo.
Vagas ocupadas por médicos nos programas federais que levam profissionais às equipes de Saúde da Família (Mais Médicos e Médicos pelo Brasil, unificados no Mais Médicos em 2025), segundo os Relatórios de Gestão do Ministério da Saúde.
Só há dois pontos na mesma fonte: o fim de 2022 (8.680 do Mais Médicos e 4.855 do Médicos pelo Brasil) e o panorama de 2025, que não informa o mês. Em 2025, cerca de um quarto das vagas tinha participação dos municípios no custeio; o relatório de 2022 não separa essa categoria, então a comparação pode não ser exatamente igual. Mede vagas ocupadas, não o total de médicos do SUS nem o número de consultas.
Fontes · 2
Quantas pessoas pegaram remédio na Farmácia Popular por ano?
Farmácia Popular · pessoas atendidas por ano
Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Pessoas que retiraram remédios ou insumos nas farmácias credenciadas ao Programa Farmácia Popular em cada ano, segundo o Ministério da Saúde.
Os valores de 2020 e 2021 são quase idênticos na tabela oficial, o que pode ser erro de digitação na origem. Em fevereiro de 2025 todos os itens do programa passaram a ser gratuitos, o que o Ministério aponta como causa da alta. Mede pessoas atendidas, não resultados de saúde.
Fontes · 1
Quantas cirurgias marcadas (não urgentes) o SUS fez por ano?
Cirurgias eletivas no SUS · cirurgias por ano
Número mais alto é melhor.
O número grande é a média dos anos de cada governo.
Total de cirurgias eletivas, isto é, não urgentes, feitas no SUS, somando a produção ambulatorial e a hospitalar, segundo o Ministério da Saúde.
Os registros do SUS são revistos por até seis meses, e a série junta extrações de datas diferentes: 2022 e 2023 do balanço do Ministério de janeiro de 2025; 2024 e 2025 do Relatório de Gestão 2025. O governo anunciou depois 14,7 milhões para 2025. Só há dado de 2022 no período de Bolsonaro nesta base. Conta procedimentos, não pacientes, e não mede o tamanho das filas.
Fontes · 3